Paulo Freire ou Frank Charles Laubach?

14/05/2018

Não é a toa que a educação brasileira ocupa os piores lugares em todos os rankings pelos quais figura. A mesma idolatra um falso ídolo que posa como o libertador da educação e libertador da dita "educação bancária", quase como uma figura messiânica entre seus adoradores.

Contemporaneamente, se você ousar falar mal de Paulo Freire para uma maioria de "educadores", você será execrado. Isto, pois, a esquerda que ocupa uma boa parte das cátedras das universidades brasileiras construiu essa aura quase intocável ao redor da figura de Paulo Freire. Talvez seja por isso que você nunca ouviu falar de Frank Charles Laubach, o responsável pela criação do método de alfabetização de adultos que, erroneamente, é atribuído a Paulo Freire.

Frank Charles Laubach foi um missionário americano que trabalhou nas Filipinas e criou um método que alfabetizou 60% da população filipina. Sabendo do sucesso estrondoso e da simplicidade deste método de alfabetização efetivo, em 1943 a convite do governo brasileiro, o missionário cristão Charles Laubach veio ao Brasil para demonstrar a real efetividade do seu método.

Nesta época, apenas 1 a cada 4 brasileiros eram alfabetizados, ou seja, o índice de analfabetismo era muito grande, e o governo brasileiro viu no método de Laubach uma oportunidade para diminuir esse índice.

Acontece que, em 1943, o "educador" Paulo Freire ocupava um cargo de chefia no SESI, e assim, teve contato com o método de alfabetização rápido e efetivo do missionário Laubach. Paulo Freire, então, enxerga uma ótima oportunidade de difusão da ideologia marxista por meio do deste método de alfabetização. Mas como Laubach era um missionário cristão, seu método estava carregado de valores de cidadania, ética e moralidade, os quais também pertencem à fé cristã. Valores esses que eram contrários aos ideários revolucionários de Paulo Freire.

Então, para fazer uso de técnicas de alfabetização que realmente funciona, Paulo Freire reescreve a cartilha do método Laubach e substitui os valores cristãos por "valores" marxistas. E assim nasce um dos maiores mitos da educação brasileira: a experiência de Angicos, na Bahia.

O "patrono da educação" aplica na cidade de Angicos "seu método" de alfabetização em 40 horas, por meio de sua cartilha, copiando a técnica de Laubach, mantendo a estrutura pedagógica e preenchendo com os idéias pertinentes a fomentação da luta de classe.

Agora sabemos por que a educação brasileira está em frangalhos, pois a primeira geração formada pela "ideologia da pedagogia crítica" de Paulo Freire, é a geração de professores que dão ou darão aulas para seus filhos. E pode ter certeza que eles estão totalmente aptos a propagar essa ideia.